Por Fau Barbosa

A reportagem do Portal Viva esteve esta semana na Secretaria Estadual de Transportes, em São Paulo, para falar sobre a Rodovia Raposo Tavares.

O objetivo da reunião, agendada com o diretor de planejamento do DER, foi discutir alguns problemas pontuais da Rodovia.

O diretor, Dr. Rubens Cahin e o engenheiro da área de projetos, Eng. Miguel Ide, conversaram com a nossa reportagem por cerca de uma hora. O assunto: problemas e soluções no trecho de concessão do DER, que vai do km 9,8 até o km 34.

Durante a reunião, o Portal Viva fez várias perguntas, entre elas, algumas recebidas de leitores e moradores do entorno.

A Rodovia

O diretor começou a reunião citando que a Rodovia hoje tem um fluxo diário de 184 mil veículos. "Temos uma preocupação com a operação da rodovia como um todo; é uma operação complicada", disse Rubens. "Não existe no Brasil um ponto igual aquele. É uma condição extremamente nevrálgica, e isto está sendo tratado como tal. E o que é pior: em princípio, tudo aquilo que foi digamos, "fácil", e que fosse suportável, já foi feito na rodovia. Já foi ocupado tudo o que havia de espaço no domínio", ressaltou.

Segundo ele, há diversos estudos na Raposo, para se tomar algumas medidas. "Digamos que em um primeiro momento, seriam medidas facilitadoras, seriam paliativas, mas tem que ter uma intervenção mais completa naquele trecho da rodovia", disse.

O Diretor de Planejamento do DER, Dr. Rubens Cahin e o engenheiro Miguel Ide

Rubens citou ainda que, qualquer intervenção, por menor que seja, é extremamente cara, e que implica em desapropriação. O diretor também informou que tudo que exigia algumas movimentações já foi feito. "A rodovia já tem as terceiras faixas adicionais, então, do ponto de vista de engenharia rodoviária, já foi feito tudo". Mais uma vez ele citou que as intervenções que seriam exequíveis agora, são extremamente caras.

Alguns pontos importantes foram questionados pela nossa reportagem:

1. O viaduto do km 22,8 e o trânsito

Portal Viva - Esse viaduto recebe todo o trânsito de quem vem de São Paulo, Osasco, Carapicuíba (sentido interior) e também de quem vem de Cotia, Caucaia, Vargem Grande, etc (sentido Capital). A mão inglesa do Habib´s hoje é um dos maiores focos de trânsito no acesso ao viaduto. Como o DER espera resolver esse problema?

DER - Na verdade, precisa-se fazer um estudo de reformulação total do dispositivo (viaduto). Há essa necessidade, e tem um custo altíssimo de desapropriação. O viaduto teria que ter realmente uma faixa adicional, sem considerar que para você mexer nele, deixando claro isso, "mexer e conferir a ele condições rodoviárias", você tem que ter raios adequados, senão vai estar matando pessoas. Isso é uma coisa que tem que ser muito bem avaliada. O custo, embora pareça para o leigo uma coisa aparentemente simples, do tipo "dá só uma mexida", não é isso, é uma reconfiguração no viaduto e nas alças, como um todo.

Portal Viva - E se desabilitar a mão inglesa que está dentro da faixa de domínio do DER, voltando a ser como era antes, com o retorno no km 19?

DER - Ali se atende uns e desatende outros. Acho que precisamos fazer um estudo mais profundo disso. Ali foram feitas adaptações necessárias em um momento para atender a demanda existente. Tem todo um porquê da geometria. É o ideal? Não. Mas atende no momento. Então nós temos a rodovia com um volume de tráfego que extrapolou qualquer solução. A concentração do tráfego no período carregado é das 6 às 21 horas. Nós ficamos buscando soluções paliativas, mas tem que enxergar o todo, pois às vezes resolve localmente, mas o todo acaba não tendo a solução mais adequada. E fica esbarrando nesse aspecto que primeiro vai carecer de intervenções mais contundentes na área, principalmente de desapropriação (e ninguém quer). Temos que ver o bem público, mas principalmente o custo. Qualquer obra ali o custo é expressivo.

Portal Viva - Existe há tempos um "empurra-empurra" na questão da iluminação do viaduto do km 22,8. O local é escuro e dá margem à vários assaltos. Afinal a responsabilidade é de quem? Do DER ou da Prefeitura?

DER - O tronco de iluminação da Rodovia é de responsabilidade do DER. Porém as alças de acesso são de responsabilidade da Prefeitura, pois dependem do sistema de iluminação local.

Portal Viva - Uma solução encaminhada pelos nossos leitores para melhorar o fluxo no viaduto, seria diminuir ou eliminar uma das passagens de pedestres, aumentando as pistas. Isso é possível?

DER - O viaduto é antigo. O eixo carroçável tem uma estrutura que foi dimensionada para pedestres, então não comporta tráfego de veículos. Ficaria muito maior o risco com o tráfego de veículos pesados ali. Para isso teria que reformular a parte estrutural, não é simplesmente "quebra aqui, pinta ali", se não vai ter segurança. E o DER não vai fazer nada que comprometa a segurança. Você sabe que a posição do leigo é sempre simples e fácil, "é só fazer isso". Mas por trás tem todo um "back" de tecnologia e o tráfego ali não comporta peso.

Portal Viva - Então falando sobre peso, temos um problema recorrente ali. As carretas insistem em fazer o retorno lá, mesmo com uma placa indicativa, pedindo que utilizem o retorno do km 26, (3 kms à frente). Elas sempre quebram ali e causam transtornos. Além do viaduto não comportar esse peso todo, elas invadem a pista contrária pois não tem espaço para fazer a curva. Estamos falando de segurança e o Conseg da Granja discutiu esse assunto na sua última reunião (em abril) e protocolou ofício para que a placa seja substituída por uma proibitiva (indicação da Polícia Rodoviária).

DER - Fica aqui o nosso comprometimento para ajudar. A idéia é essa, podendo ter qualquer contribuição ali é ótimo e estamos buscando para o que tiver que melhorar. Porque administrar esse fluxo de 184 mil veículos não é brincadeira, é muita responsabilidade operacional.

2. Alça de acesso no km 26,5

Portal Viva - Há alguns anos foi prometido uma nova alça de acesso no km 26,5. Como está esse assunto?

DER - Existe um projeto que já está feito e está em fase executiva. A elaboração do projeto está sendo revista, vendo se foi feito em conformidade com as normas. Essa alça vai beneficiar a população da Avenida José Giorgi (SPII) e deve ser feita no km 27, um pouco antes da passarela que existe ali. Vai existir uma ferradura, que faça com que o motorista não precise ir até o km 30 fazer o retorno. Ali é o ponto mais favorável do ponto de vista topográfico e passa a atender também as empresas locais. É um investimento caríssimo. Depois que o projeto executivo estiver concluído, podemos fazer uma apresentação "in loco"na região e na sequência vamos tentar viabilizar recursos para isso, já que hoje o projeto não está incluído na nossa proposta orçamentária.

3. Passarela do Walmart

Portal Viva - Há alguns anos, com a chegada do Walmart na Granja Viana, o empreendimento prometeu à comunidade do entorno uma passarela no km 23. Já se passaram mais de sete anos e até hoje esse assunto está no jogo do "empurra-empurra". A Prefeitura diz que o projeto está com o DER. O DER diz que está com a Prefeitura pois envolve desapropriação de terreno. Afinal, como está esse assunto?

DER - Existe um processo da Prefeitura no DER, pedindo autorização para implantar essa passarela. Recebemos um ofício da Prefeitura, uma proposta do município. Ele apresenta o projeto e o DER autoriza. A tratativa da área é entre a Prefeitura e o proprietário. O DER não se envolve. A contrapartida foi feita e será conduzida pela Prefeitura junto aos proprietários do terreno. O projeto está na boca do forno. Falta apresentar alguns documentos, como ART, e ver se a elaboração do projeto foi feita em conformidade com as normas, Aí o DER faz um termo de autorização e compromisso, atendendo a solicitação do município. Lembrando que, quando o município pede alguma coisa, nesse termo, se ele propõe alguma coisa, ele arca com as necessidades do que ele propõe. O DER só autoriza. Temos várias cobranças sobre esse assunto. O último ofício foi encaminhado para o Secretário de Obras e Serviços de Cotia. Quando estiver tudo ok, faremos a aprovação final e a consequente fiscalização.

4. Acidentes

Portal Viva - Existe um grande número de acidentes na rodovia, a maioria envolvendo motociclistas. Como vocês vêem esse problema?

DER - Hoje para nós, o maior foco de acidentes é a moto. Isso no dia à dia, acaba comprometendo a operação. O mais importante para nós é a vida, nós temos que zelar pela segurança. O objetivo do DER é permitir a trafegabilidade com segurança. Ponto! O resto é tudo complemento. Nessa linha, a moto e o volume que tem lá são traumáticos.

5. Semáforos na rodovia

Portal Viva - Muito se fala sobre a retirada do semáforo na altura do km 11. Como está esse projeto? E a questão da retirada das árvores?

DER - É uma passagem saindo da Praça Benjamin Mansur, passando por baixo da Raposo e ligando sentido São Paulo. Isso tem que acontecer com a implantação de uma passarela. Então existe o projeto de uma passarela, o projeto da passagem inferior. Isso inicialmente está com questões ambientais na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em São Paulo. Tem uma lista e cada item ali é trabalhoso, complicado.

Portal Viva - Teria que necessariamente retirar as árvores? Não há a possibilidade de passar por baixo e acessar a rua anexa à rodovia até chegar num ponto que não tenha árvores?

DER - Não tem nem como fazer isso. A travessia tem que ser naquele ponto. Tem que ter raio senão os veículos não vão conseguir trafegar. Se confinar muito o raio, gera desconforto, gera tráfego. As exigências ambientais apresentadas pela Prefeitura em São Paulo foram muitas. Nós tivemos que desvincular algumas coisas, já que precisávamos fazer um recapeamento naquele trecho e estávamos atrelados a isso. Então naquele trecho estamos dependendo de atender essas exigências todas ambientais.

Portal Viva - E o asfalto? O excesso de remendos e buracos é uma das causas de acidentes, principalmente nas curvas.

DER -Não vence fazer manutenção ali. O recapeamento está sendo feito. Nós inclusive fizemos uma experiência nas adjacências visando especificamente formas de se fazer uma manutenção, uma conservação especial para atender a demanda em função do tráfego. Esses experimentos estão em avaliação na região (na estrada de Itapevi), e estamos avaliando se é viável, por que de repente você coloca um produto, e por ser em uma rodovia, ele acaba se soltando. Está em avaliação ainda de alternativas tecnológicas para fazer frente a esse volume.

Portal Viva - Ainda falando sobre este semáforo e o outro no início da rodovia. A CCR andou apresentando duas ou três vezes um projeto para assumir a rodovia no trecho do DER. Como está esse assunto?

DER - Num envolvimento maior, nós temos uma rodovia que está dentro do município de São Paulo. Foi feita essa maquete eletrônica, e como tudo isso está dentro do município de São Paulo, o município não concordou com algumas coisas. Como é terra do município, nós não temos condições de falar sobre esse assunto.

4. Radares na rodovia x contador de tempo x pedagiamento

Portal Viva - O governo anunciou há algum tempo que iria ter pedagiamento ponto à ponto em algumas rodovias. Na Raposo foram colocados radares e contadores de tempo de percurso. Isso é um sinal de futuro pedagiamento da rodovia?

DER - Não existe isso. Quero deixar claro para você e isso é muito importante. Todos os radares que foram colocados nas rodovias estaduais em São Paulo tem um único objetivo: preservar as condições de segurança. Ponto! O resto é falação. O DER tem um lema com relação à segurança e com relação aos radares e a regra é essa: "investir cada vez mais para que tenhamos cada vez menos problemas". Infelizmente a educação ainda está um pouco longe e só se respeita a velocidade com o radar mexendo no bolso. Nós temos que investir nisso e cada vez mais, para inibir e ter condições adequadas de trafegabilidade e segurança. O burburinho de pedagiamento não existe e não tem nem condições.

5. Passagem de nível no km 25,5

Portal Viva - Existe uma proposta para a construção de uma passagem de nível no km 25,5 ligando a Avenida Denne no Parque São George ao Jd. Passárgada e Jd. da Glória, tirando o tráfego da rodovia. Qual a viabilidade disso?

DER - Não dá geometria horizontal, não dá gabarito vertical, ou seja, para se fazer em condições viáveis, teria que desapropriar muita área ali. Se você considerar qualquer dispositivo que conheça (km 26, ou km 22), é só ver as alças que existem e o que precisaria para fazer. A proposta que foi apresentada não atende as normas e ia gerar simplesmente um conflito pela lentidão. Nós temos além do raio, o problema da altura. Uma vez pediram para colocar um viaduto ali. Temos que respeitar o gabarito de 5,50m da rodovia. Foi explicado isso, que a soleira das casas ia ficar abaixo. Ou seja, do ponto de vista rodoviário, a proposta é absolutamente inviável.

6. Transporte de massa na rodovia

Portal Viva - E sobre a proposta de uma faixa exclusiva de ônibus na rodovia? Isso é viável?

DER - Nós recebemos inclusive essa proposta de instalação de faixa exclusiva de ônibus. Isso mostra uma coisa muito clara: aquele trecho rodoviário, já de longa data, está deixando de ser rodoviário e está se tornando uma grande avenida. Se colocar faixa de ônibus, eu vou estar atribuindo uma condição de uma avenida urbana. Só que eu não posso, em função das minhas condições e das responsabilidades que exigem as normas rodoviárias. Tem técnica para isso, tem norma para isso, tem engenharia para isso. Não posso brincar de apertar uma faixa aqui, apertar uma faixa ali.

Portal Viva - E o projeto do Monotrilho (VLT)?

DER - Tem vários estudos ali. Mas efetivamente o DER não recebeu nenhum documento, nenhum projeto. Na verdade, todo mundo quer estudar uma solução. Ali precisa de uma solução integrada e eu não vejo uma se não tiver uma intervenção compartilhada entre o Estado e os municípios envolvidos. Foi feito um "Estudo de Demanda" que prevê 17 pontos. Isso não significa que tem área disponível, nem se é possível ou não. É um estudo de demanda para um projeto funcional.

Conclusão

"Se analisarmos o conjunto das respostas, a gente percebe que, em função da demanda que existe lá, em função da natureza de tráfego que existe lá, e da ocupação plena que houve ali (urbana), qualquer intervenção é primeiro complexa, cara e demorada", disse o diretor Rubens Cahin.

"Temos que fazer o mínimo possível dessas intervenções que são paliativas. Temos que trabalhar uma solução mais ampla. Não adianta ter propostas mirabolantes com uma visão extremamente local, porque na verdade, além de serem inviáveis tecnicamente, demandaria um volume enorme de recurso e não resolveria," finalizou.

Após a entrevista, a reportagem do Portal Viva foi convidada a conhecer a Central de Operações e Informações para ver como funciona o monitoramento da rodovia, assim como a central de atendimento do 0800.

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