Uma moradora encaminhou ao Portal Viva uma denúncia sobre o descaso que o bairro vem enfrentando. Segundo ela, mesmo após protocolarem na prefeitura 10 pedidos de intervenção no local, nenhum foi atendido.

"Animais (cães e gatos) vivem soltos pelas ruas e espalham lixo por todo bairro. O esgoto corre a céu aberto conforme se pode ver nas fotos. E a dengue e as doenças que proliferam no esgoto a céu aberto? Cadê a defesa sanitária estadual e o Ministério Público? O bairro sofre com assaltos por falta de iluminação pública, e os moradores não tem a quem recorrer, pois não há placas indicativas como o nome da rua, sendo que quando a gente chama o fone de emergência 190 nem a polícia conseguem localizar com rapidez a rua, e os soldados reclamam muito deste fato. A guarda civil não faz rondas ali. Furtos são constantes, e semana passada assaltaram a mão armada o mercado da região. Pipa com cerol tem a todo momento.

Os imóveis da Estrada do Morro Grande – do nr. 800 até o nr. 1240, não construíram fossas sanitárias e jogam o esgoto na casa ao lado e na rua. O resultado é que o esgoto está ali há muito tempo, parado no meio da rua Malgaxe, em frente ao nr. 937.

Não há fiscalização e os entulhos são despejados ali, onde permanecem por muito tempo, sem que ninguém os retire. Sem providencias, o local se transformará em um grande amontoado de entulho.

As obras não possuem placas com o engenheiro responsável, e se utilizam das ruas e do espaço publico para colocar materiais de construção, atrapalhando a passagem de pedestres e de veículos.

A rua está cheia de buracos, sendo que uma parte da rua só existe buracos. A rua deveria ser recapeada, mas até agora nenhum só buraco foi tapado na rua. A limpeza do mato das calçadas não é feita há três meses, e a prefeitura não exige do moradores que façam calçadas, tendo os pedestres que dividir espaço com os veículos no meio da rua.

Barracas de “corretores” são construídas nas calçadas públicas, sem autorização, impedindo a passagem de pedestres e sem recolher um só imposto, e os veículos ali se acumulam em “fila dupla”. Tais “construtoras” que se utilizam de maneira exclusiva do espaço público de todos, não trazem ao bairro um só benefício, e não atuam para que os serviços públicos nem de recapeamento das ruas sejam realizados.

Os “condomínios” de prédios e casas, e o prédio de 10 andares ali existente, possuem lixeiras abertas, onde proliferam ratos e todos tipo de doenças, onde animais e crianças são vistas mexendo no lixo.

O caminhão de lixo só passa ali duas vezes por semana, sendo tal freqüência por demais insuficiente pois o lixo se acumula e cai nas ruas.

A rua não possui nenhuma “boca de lobo”, estando ali os enormes buracos de águas pluviais esperando para machucar gravemente alguma criança ou adulto.

Na viela passa um cano enorme de águas pluviais da garagem da viação Danúbio, que os vizinhos se utilizam para despejar esgoto rio abaixo.

Na Estrada do Morro Grande altura do 1400, há um veículo Ford/Scort cor marrom claro, veículo que serve apenas para desmanche, mas que permanece ali irregularmente estacionado vinte e quatro horas por dia, atrapalhando inclusive o bar que fica ao lado.

No mesmo local e na calçada  fica estacionado a noite um caminhão branco, no meio do espaço público e do acesso a viela.

Tal veículo caindo aos pedaços e o caminhão pertencem ao morador da  Estrada do Morro Grande no. 1346, sendo que ele não coloca o caminhão dentro de sua garagem e abusa também do espaço público como se fosse este espaço exclusivamente seu. Após descarregar um caminhão inteiro de blocos na rua,  blocos que permaneceram semanas dias no espaço público, ao recolhê-los, deixou entulho de blocos vermelhos em frente ao 939.

Por obséquio, e não tendo mais a quem recorrer, vossas senhorias podem publicar esta reclamação ou proceder a reportagem na rua malgaxe, e podem intermediar junto à prefeitura para que os serviços supra citados sejam efetivamente realizados ?

Na cidade de São Paulo a multa para quem despeja entulho é de R$ 12.000,00 mais a apreensão do veículo. Em Cotia é como?

Shirley

N.R. Cópia dessa carta foi encaminhada à Prefeitura de Cotia em 16/09/2010

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