Caros amigos,
O que move 65 pessoas de todos os cantos do país, todas as terças feiras, numa fila de espera de 3 meses, se deslocarem para uma visita de 4 horas ao Projeto Âncora?

Nesta terça, 21 de junho de 2016, emocionada, uma das quatro irmãs donas de uma escola em Campo Grande, que neste dia participava do grupo de visitantes, chora ao entrar pelo grande portão azul e avistar o circo colorido no meio de muito verde.
Também participava do grupo o Fábio, engenheiro mecânico do sul de Minas que veio para ficar conosco uma semana inteira.
 
O que essas pessoas buscam?
 
Vivemos uma crise nas instituições, os modelos de educação que nos serviram durante dois séculos hoje não servem mais. E pior, constatamos que a escolarização no mundo todo não deu conta de fazer uma humanidade melhor.
 
O Âncora não quer ser modelo, mas quer servir de inspiração, para que cada um encontre o seu jeito, adaptado à cultura local.
 
O Fábio, lá no sul de Minas, tem atuado com educação empreendedora, vê o modelo do Âncora como altamente empreendedor e quer aprender e adquirir conosco mais competência para continuar seu trabalho. O Fábio atua na Universidade Federal e com oficinas de educação empreendedora em duas escolas públicas que já estão com IDEB mais alto que as demais escolas da rede. O Fábio, assim como o Âncora, quer muito mais, quer multiplicar, quer mostrar que há outros caminhos para fazer as pessoas sábias e felizes.
 
O Fábio tem apoio da administração pública e já ganhou prêmio do SEBRAE e reconhecimento nacional. O Âncora já estende sua prática para várias escolas Brasil afora, com prefeitos e secretários acordando para a urgência de uma aprendizagem que tenha significado, um outro modelo de educação centrado no educando e que o respeite como protagonista do processo.
 
Novos tempos estão vindo, novo mundo, nova humanidade. Está em nossas mãos.
 
Com razões para muita esperança, abraço fraterno,
 
Regina Machado Steurer
Conselheira Projeto Âncora

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