Por José Gleilton

Se estiveres no caminho certo,  avança; se estiveres no errado, recua. (Lao-Tsé)

Quando o assunto vem a tona sobre a possibilidade de uma ação trabalhista, avançada por um (ex) funcionário, a empresa se
esquiva da situação proposta, ou vai a busca de caminhos e postergações sustentadas por fraudes em documentos ali ou aqui.
Em supra, esse não é o caminho.

A relação de empregador e empregado, precisa ser lapidada no longo período desse casamento; não há uma receita pronta para
essa relação. O que existe é a confidencialidade das partes. É o comprometimento. A falta de um dos requisitos acima gera a falta
de confiança, que por sua vez, pode levar ao livre conflito entre as partes.

Uma ação trabalhista, normalmente é impetrada por um empregado infeliz, com as condições impostas pela empresa. É nesse ato, que falta um simples diálogo para a negociação de um bem requerido, antes de chegar às mesas dos tribunais. Muitas dessas ações, não há nem fundamento, mas por conta de algum tipo de fraude processual bem acentuada, poderá sem obstáculo algum chegar ao âmbito judicial. Em outras situações não tão comuns, é nos casos de falência econômica da empresa – então o empregado vai fazer jus ao bem requerido, aos seus direitos por lei assim declarada e mantida. Faz jus.

A fim de dirimir essa situação cabe o bom diálogo, na melhor mediação, onde tudo seja justo e efetivo. O Direito certo é aprazível
quando os dois lados são merecedores da melhor conduta, sem que haja mérito superior ou inferior.

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