Pensar é o trabalho mais difícil que existe. Talvez por isso tão poucos se dediquem a ele. (Henry Ford)

Nas últimas semanas, estamos acompanhando uma conversa do governo brasileiro, com as entidades sindicais, bem como as federações das indústrias e comércio, relevando a consideração em aumentar a carga horário de trabalho semanal, de 44 horas, para 80 horas.

Irrelevante esse debate, em meio a um período de crise econômica que o pais enfrenta. Por quê?

Organizar economicamente o país, em todo o seu sistema tributário, onde inclui reformas de obrigações trabalhistas e fiscais, não pode se ferir cláusulas pétreas, em nossa Constituição Federal, nem tampouco a CLT (Convenção das Leis do Trabalho), contando ainda as convenções regulamentadas, e ainda com fundamentos da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Nessa última, a OIT, por exemplo, que dar total amparo as legislações em todo o planeta, puramente destaca a carga horário máxima de 48 horas semanais.

Em supra, o que o governo brasileiro negocia com as federações e sindicatos, não condiz com a realidade, vai contra o que de pertinente o trabalhador está resguardado. Não há base fundamentada para tal aumento.

Em número pequenos, se hoje essa carga horária, fosse aprovada pela Câmara dos Deputados (Federal) e pelo Senado Federal, se resumiria em:
 
- 80 Horas semanais
- 13,3 horas por dia de segunda-feira a sábado
- Com o domingo de descanso.
- Horário de entrada na empresa: 07h00
- Horário de saída da empresa: 19h15
 (nessa apuração, não está sendo levado em conta – carga horária para descanso = 1 hora)
 
Será que o governo está sendo sensato para os empregados e seus empregados? Ou isso será apenas um pressuposto para um enxurrada de ações trabalhistas?

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