Entidades fizeram pressão com mais de 400 pessoas em frente ao parque. Após manifestação, governo do Estado diz que abrirá Parque Jequitibá

 

O Governo do Estado de São Paulo pretende abrir parcialmente o Parque Jequitibá no próximo mês. Esta informação foi passada pelo governo à TV Record após denúncia feita por ambientalistas de que o parque tem sofrido depredações e que se mantém fechado ao uso da população e das escolas. O parque é focado em educação ambiental, e desde o ano passado não permite a entrada de professores e alunos.

O movimento em defesa do parque realizou na manhã deste dia 22 uma grande manifestação em frente ao que seria a portaria do parque pelo lado de São Paulo (ele se estende pelas cidades de São Paulo, Cotia e Osasco). Estiveram presentes mais de 400 pessoas de diversas cidades que ladeiam o parque.

 

Além da presença de cinco escolas (Teófilo Ottoni, Maria Alice Borges Ghio, Maria Galvão e João XXIII, de São Paulo, e do Projeto Âncora, de Cotia), estiveram presentes militantes de cidades como Embu das Artes (Carola Alice Reiman e Inara Siqueira, da Seae), Itapecerica da Serra (Adriana Abelhão, do Preservar Itapecerica), e Osasco (Carlos Marx Alves, ex-secretário de meio-ambiente de Osasco). De Cotia, além do Projeto Âncora, estiveram presentes militantes como Eugênio Ribeiro (Gramado) e Fábio Sanchez (Associação de Moradores do Petit Village).

Os manifestantes pediram a abertura do parque mas também que diversas medidas sejam tomadas do ponto de vista formal, como a transferência definitiva da área da Secretaria de Habitação do Estado (hoje ela pertence à CDHU), para a Secretaria de Meio-Ambiente. Atualmente, só uma pequena parte do parque foi transferida, o que desobedece o decreto de criação do parque, de 2006.

Os manifestantes também pediram que o conselho de orientação do parque, eleito em 2018, seja nomeado no Diário Oficial (há mais de um ano eleito, os conselheiros ainda não tiveram sua nomeação publicada, o que os impede de realizar reuniões e saber mais informações sobre o parque).

Estão previstas novas manifestações, inclusive pelo lado da Granja Viana, para as próximas semanas.

Por Fábio Sanchez

 

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