Doses fracionadas da vacina estão disponíveis nas 25 Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) de Cotia

 

A Secretaria de Saúde de Cotia, por meio da Vigilância Epidemiológica, readequou o cronograma de vacinação contra a Febre Amarela nas Unidades Básicas de Saúde (veja tabela abaixo). O novo calendário começa a vigorar a partir do dia 2 de julho. A dose aplicada é a fracionada e, quem não se imunizou, deve procurar a UBS mais próxima. Quem tiver viagem marcada para o exterior, recebe a dose padrão.

De acordo com a Vigilância Epidemiológica, houve baixa na procura pela vacina e, apesar de os casos de Febre Amarela não estarem mais em evidência na mídia, quem mora em região próxima à mata, precisa se imunizar. “Cotia é ladeada por área verde e muita gente tem contato frequente com primatas (macacos), os riscos são maiores, embora o macaco não transmita diretamente para o homem, na mata temos a presença do mosquito que faz esta transmissão”, alertou o secretário de Saúde, Magno Sauter.

O secretário também reforçou a importância da vacinação e destacou a agilidade do procedimento. “A vacina ainda é a melhor prevenção contra a Febre Amarela”, disse. “Algumas pessoas se queixam de incomodo no local da aplicação, mas nada que justifique não se vacinar. Até o final de 2017 e início deste ano, a espera em fila para se vacinar durava horas. Agora a situação é bem mais tranquila e sem filas”, completou.

 

Recomendações:
-Idade mínima de 9 meses;
-Lactantes que amamentam acima de 6 meses podem se vacinar, a amamentação deverá ser suspensa por no mínimo 10 dias;
-Lactantes que amamentam há menos de 6 meses não vacinar; de nove meses vacinar mãe e filho.

Em caso de dúvidas, procurar a UBS de referência com as receitas de uso atual para avaliação médica.

Contraindicações:
- Crianças menores de 9 meses;
- Portadores de HIV ou Câncer;
- Pacientes em terapêutica imunodepressora: quimioterapia, radioterapia, corticóide em doses elevadas por mais de 2 semanas;
- Doenças Auto Imuni (Lupos, Anemia, Falciforme, Renal crônico, Hepatopatas entre outras)
- Medicações antimetabólicas (por exemplo a azatioprina e ciclofosfamida);
- Medicamentos modificadores do curso da doença, os biológicos: (Infliximabe, Etanercepte, Golimumabe, Certolizumabe, Abatacept, Belimumabe, Ustequinumabe, Canaquinumabe, Tocilizumabe, Rituximabe);
- Pacientes com história pregressa de doença do timo (miastenia gravis, timoma).
- Gestantes;
- Pessoas com história de reações anafiláticas após dose anterior ou ao ovo de galinha.

Foto: Fau Barbosa/Arquivo Portal Viva

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