Da Redação
Um estudo realizado pela Universidade do Oregon, nos EUA, e a Universidade de Dailan, na China, mostrou que treinar meditação por apenas um mês melhora as conexões nervosas.  As informações são do jornal “Daily Mail”.

Os cientistas analisaram os resultados de quatro semanas, ou 11 horas, do treino IMTB, sigla para “integrative body-mind training” (em português algo como “treinamento de integração corpo e mente”) e constataram que após o período o cérebro dos voluntários sofreu uma alteração física considerável. Com a prática, as fibras nervosas dos estudantes se tornaram mais densas, aumentando as conexões cerebrais. Os cientistas também detectaram uma expansão da bainha de mielina, camada protetora que envolve as fibras.

Os voluntários que se dedicaram ao IBTM relataram que tiveram seus níveis de raiva, depressão, ansiedade e cansaço diminuídos, além de terem apresentado redução nos níveis de cortisol, hormônio que provoca o estresse.

Como os efeitos foram notados no córtex cingulado anterior, região do cérebro que determina o comportamento humano, a esperança é que a descoberta possa abrir portas para a cura de problemas mentais, já que uma atividade nervosa pobre na área é responsável por doenças como demência, depressão, esquizofrenia e déficit de atenção.

“O nível de mudanças que encontramos pode ser similar àquelas detectadas durante o desenvolvimento do cérebro no início da infância, e permitem trilhar um novo caminho para desvendar como estas mudanças podem influenciar o desenvolvimento cognitivo e emocional”, explicou o professor  e chefe do estudo Michael Posner, da Universidade de Oregon.

(Imagem: internet)

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