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Carapicuíba: Identificada a primeira vítima de cemitério clandestino utilizado por criminosos


Mulher é uma escrivã de Polícia de 47 anos, moradora de Jandira.

 

Por Fau Barbosa

Nesta quarta-feira, 2/2, foi identificado o corpo da primeira vítima, encontrado na última semana, em um cemitério clandestino em Carapicuíba.


A vítima é a escrivã de polícia Liliane Julia do Nascimento, de 47 anos, moradora de Jandira. Segundo a Polícia, ela era lotada no 14º DP de Pinheiros e estava afastada por problemas de saúde.


O corpo da escrivã foi o primeiro a ser desenterrado pela Polícia Civil no último dia 24 de janeiro, após a descoberta de um cemitério clandestino utilizado pelo crime organizado, na divisa com Cotia e Osasco, em uma mata fechada nos fundos de um condomínio na Estrada da Aldeia.

O local foi descoberto após a investigação mostrar indícios de que, em uma comunidade conhecida como Favela do Chiclete, haveria um barraco usado pelo tribunal do crime para o julgamento de membros de uma organização criminosa. Após o julgamento dos membros da organização criminosa, os cadáveres seriam enterrados em covas no meio de uma mata na Rua José Guardino, ao lado do condomínio.

Cinco corpos foram encontrados no local, sendo dois do sexo feminino e três do sexo masculino.


Desaparecimento

No último dia 20 de janeiro, o cunhado de Liliane registrou, no DP de Jandira, um Boletim de Ocorrência de "Desaparecimento de Pessoa". No depoimento à Polícia, ele esclareceu que não tinha contato próximo com ela, porém uma vizinha dela teria enviado mensagens de texto via whatsapp para sua esposa, informando que há mais de uma semana não tinha notícias de Liliane e estava preocupada com ela.


No dia anterior, o cunhado teria ido até a residência da desaparecida e sem conseguir fazer contato com a vítima, resolveu ir até a delegacia de Jandira para registrar o boletim.


A Autoridade Policial, Dr. Aloysio R. de Mendonça Neto, solicitou à equipe de investigação do SHPP(Setor de Homicídios e Proteção à Pessoa) da Seccional de Carapicuíba, que fosse até a residência da desparecida juntamente com o cunhado, o qual tinha a chave.


Ao chegarem ao local, os investigadores encontraram diversos objetos revirados, quebrados e a residência bagunçada, contudo não havia ninguém no local.


Uma vizinha foi intimada a comparecer na delegacia para prestar depoimento, como parte das devidas providências de policia investigativa. O delegado solicitou Exame Pericial no local, bem como, perícia para levantamento datiloscópico e possivelmente DNA's.

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