Aposentadoria em 2026: veja o que muda com as novas regras do INSS
- Da Redação

- há 2 dias
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Idade mínima e sistema de pontos sobem neste ano (Crédito: Agência Brasil)
As novas normas da Previdência Social já estão em vigor, e entender a aposentadoria em 2026 é fundamental para quem planeja solicitar o benefício este ano. Com base na reforma de 2019, os critérios de acesso tornam-se progressivamente mais rigorosos a cada virada de calendário, elevando tanto a idade mínima quanto a pontuação necessária para os segurados.
Regra de Pontos e Idade Mínima
A maior mudança na aposentadoria em 2026 afeta quem utiliza a somatória da idade com o tempo de contribuição. Agora, é necessário atingir 93 pontos para mulheres e 103 pontos para homens — um aumento de um ponto em relação ao ano passado.
Além disso, a idade mínima para as regras de transição subiu seis meses:
Mulheres: 59 anos e seis meses.
Homens: 64 anos e seis meses.
“A chegada do ano de 2026 marca uma nova etapa na progressão dos requisitos. Esse cenário exige um planejamento previdenciário minucioso, visto que as regras de transição sofrem modificações automáticas”, explica a advogada previdenciarista Adriana Faria.
Fim dos Pedágios e Cálculo do Benefício
Uma novidade importante sobre a aposentadoria em 2026 é que as regras de "pedágio" (criadas para quem estava prestes a se aposentar em 2019) já foram praticamente cumpridas pela maioria dos segurados, perdendo força como opção de transição.
Outro ponto de atenção é o cálculo da Renda Mensal Inicial (RMI). Atualmente, o INSS considera a média de 100% dos salários de contribuição desde julho de 1994. Isso significa que contribuições baixas ao longo da vida profissional podem reduzir o valor final do benefício, tornando a estratégia de contribuição ainda mais relevante.
Como consultar?
Para quem tem dúvidas sobre quanto tempo falta para alcançar a aposentadoria em 2026, a recomendação é utilizar o simulador oficial no site ou aplicativo Meu INSS. A ferramenta já está atualizada com as novas idades e pontuações deste ano, permitindo uma visão clara de qual modalidade de transição é mais vantajosa para o trabalhador.
Com informações da Isto É Dinheiro



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