Metrô de SP contrata empresa que mapeará áreas para desapropriações da Linha 22-Marrom
- Fau Barbosa
- 16 de jan.
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O prazo estimado para a conclusão dos trabalhos é de seis meses; principal expectativa está na contratação do projeto básico, fase considerada essencial para o avanço do empreendimento (Divulgação: Metrô/SP)
O projeto da futura Linha 22-Marrom do Metrô, que promete ligar Cotia, Osasco e São Paulo, deu um passo administrativo decisivo neste início de 2026. Segundo o site Via Trólebus, o Metrô de São Paulo formalizou o contrato com a empresa CTA Consultoria Técnica e Assessoria para a realização dos estudos técnicos detalhados para mapear as áreas para desapropriações da Linha 22-Marrom. O prazo estimado para a conclusão dos trabalhos é de seis meses.
A principal expectativa está na contratação do projeto básico, fase considerada essencial para o avanço do empreendimento. O site afirma que, de acordo com declarações recentes do governador Tarcísio de Freitas, essa etapa pode ser formalizada nas próximas semanas.
Esta fase é considerada o "coração" do empreendimento, pois define as diretrizes finais de engenharia e custos, permitindo que as obras saiam do papel nos próximos anos.
Áreas Mapeadas e Pátio em Cotia
Com um investimento de R$ 56 mil e prazo de seis meses para conclusão, os estudos técnicos focam em terrenos estratégicos. Entre os pontos mapeados estão as áreas destinadas ao Pátio Boa Vista, além das futuras estações Granja Viana e Reserva Raposo, e paradas na capital como Sumaré, Faria Lima, Hebraica-Rebouças, Vital Brasil, Hospital Universitário e Rio Pequeno.
O mapeamento da Linha 22-Marrom também inclui terrenos necessários para estruturas operacionais essenciais, como poços de ventilação e saídas de emergência (VSEs), fundamentais para a segurança e viabilidade do traçado subterrâneo.
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A Linha 22-Marrom
A Linha 22-Marrom está planejada para operar com intervalos de até 123 segundos, com possibilidade de redução para 100 segundos nos momentos de maior demanda, além de capacidade superior a 45 mil passageiros por hora em cada sentido. A frota prevista contará com 48 trens, cada um com cinco carros, menores e mais compactos do que os modelos utilizados nas linhas mais antigas do Metrô.
O sistema de alimentação elétrica deverá ser por terceiro trilho, mesmo padrão adotado nas Linhas 1-Azul, 2-Verde e 3-Vermelha. Já o interior dos trens seguirá o modelo de assentos longitudinais, configuração bastante comum em redes metroviárias da Ásia.
As estações terão porte mais enxuto, com plataformas de 110 metros, abaixo dos 132 metros previstos em projetos mais recentes. A maior parte do traçado deverá ser executada com o uso de tuneladoras. De acordo com o Metrô, o trecho entre as futuras estações Parque Alexandria e Sumaré será escavado com tatuzões, enquanto o segmento restante, até Cotia, deverá ser construído pelo método NATM.
Com informações do site Via Trólebus



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